Paciente do sexo feminino, 33 anos, previamente saudável, após ter sido submetida a abdominoplastia em clínica privada, evoluiu com instabilidade hemodinâmica no pós-operatório imediato antes da alta. O cirurgião plástico que a operou pediu à família da paciente que a levasse para a unidade de pronto atendimento, onde chegou sem vida. À luz do Código de Ética Médica, deve-se considerar que o cirurgião plástico da situação descrita foi
A) imprudente ao operar a paciente em clínica privada.
B) imperito ao realizar o procedimento de abdominoplastia.
C) negligente quanto à estabilização pré-transporte da paciente.
D) diligente ao solicitar aos familiares a rápida transferência da paciente.
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