Uma gestante de 30 anos, vivendo com HIV, em uso regular de terapia antirretroviral desde o 1º trimestre, apresenta carga viral indetectável no 3º trimestre da gestação. Manifesta dúvidas quanto ao risco de transmissão vertical e às condutas no parto, e questiona sobre a possibilidade de amamentar. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde, qual é a explicação mais adequada para essa paciente?
A) A manutenção da terapia antirretroviral com carga viral indetectável reduz o risco de transmissão vertical; a via de parto seguirá critérios obstétricos e de carga viral; a amamentação é contraindicada, garantindo-se acesso à fórmula infantil.
B) Apesar da carga viral indetectável, o risco de transmissão vertical permanece elevado; indica-se cesariana eletiva; a amamentação é contraindicada e indica-se a fórmula infantil.
C) Com a manutenção da terapia antirretroviral e da carga viral indetectável, o risco de transmissão vertical é baixo; a assistência obstétrica indicada deve priorizar parto vaginal e a amamentação é autorizada mediante acompanhamento rigoroso.
D) A redução do risco de transmissão vertical depende da manutenção da terapia antirretroviral e da carga viral indetectável; a escolha da via de parto deve seguir a indicação obstétrica e a amamentação pode ser indicada se for o desejo da paciente.
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